SINDICATO do CREDO

O verbo enrolado consumido até ao filtro, em volúpia cospe decibéis com assanho.

Aonde isto nos levará, não sei.




segunda-feira, 1 de abril de 2019

PERIFERIA



Sindicato do Credo regressa
com a performance “Periferia”


O livro de poesia “Periferia”, de Sérgio Almeida, deu origem à nova performance homónima do colectivo Sindicato do Credo, que vai ser agora apresentada em diversas regiões do país ao longo dos próximos meses.

A estreia absoluta acontece já no dia 25 de Abril no Festival de Poesia de Foz Côa, a que segue uma apresentação na Livraria Lello a 18 de Maio. 

Com uma duração de 45 minutos, o espectáculo alia poesia, música e imagens, reunindo um conjunto de dez textos literários, a maioria dos quais reunidos no novo livro de Sérgio Almeida.

Editado na prestigiada colecção “Oiro do Dia”, da Modo de Ler, o livro “Periferia” reúne textos poéticos dispersos de Sérgio Almeida, além de recuperar ainda o conteúdo dos livros “Como ficar louco e gostar disso” e “Ob-dejectos”, há muito esgotados.

Ao longo do seu percurso, o Sindicato do Credo já levou por diante espectáculos de homenagem a autores como Fernando Pessoa, Manuel António Pina ou Sebastião Alba.

A dessacralização da palavra poética é a força motriz deste colectivo, que se tem apresentado durante a última década em auditórios, festivais de verão, galerias e cine-teatros.


Sérgio Almeida

É autor dos livros “Análise Epistemológica da Treta” (contos), “Armai-vos uns aos outros” (novelas), “Não conto” (contos), “Como ficar louco e gostar disso” (poemas), “Ob-dejectos” (prosa poética) e “O elefante que não sabia voar” (infanto-juvenil). Coordenou o volume “Poesia traduzida de Luiza Neto Jorge”.

Paulo Moreira

Artista plástico, expõe regularmente desde finais da década de 90, em Portugal, Espanha, Lituânia, Canadá e Inglaterra. Representado em importantes colecções na Europa e Estados Unidos. Paulo Moreira tem demarcado a sua actividade criativa nos territórios da performance, da vídeo-instalação, do desenho e da pintura.

“Periferia” é a nova proposta do colectivo Sindicato do Credo. Uma performance que cruza literatura com as artes visuais e a música, numa tentativa de dessacralização da palavra poética que prima pelo arrojo e pela recusa da moral bem pensante.


“Hoje fui a enterrar mais uma vez. Hirto. Imóvel. Delirante. Mas vivo”

Banda Sonora: - Boris Fortuna
Video: - Paulo Moreira
Performance: - Boris Fortuna
Textos: - Sérgio Almeida



                                        



                                       



                                       



                                     



segunda-feira, 1 de abril de 2013

NAUFRAGAR É PRECISO, segundo textos de Sérgio Almeida, do seu mais recente livro "NÃO CONTO". SINDICATO do CREDO - 2013








sexta-feira, 1 de junho de 2012

"regresso devagar ao teu sorriso" - performance poética - SINDICATO do CREDO, 24 Março, 2012 - Porto de Encontro - Biblioteca Almeida Garret, Porto
"regresso devagar ao teu sorriso" - performance poética - SINDICATO do CREDO - Porto de Encontro, Biblioteca Almeida Garret, Porto.
- Imagens de Joana Couceiro.


terça-feira, 1 de março de 2011

domingo, 24 de outubro de 2010

ALBA SÓ - CONTRIBUTO PARA UMA CELEBRAÇÃO


ALBA SÓ - CONTRIBUTO PARA UMA CELEBRAÇÃO

Nos 10 anos da morte de Sebastião Alba e no 70º aniversário do seu nascimento, o Sindicato do Credo – colectivo multidisciplinar de performances poéticas – propõe uma evocação deste poeta incondicionalmente livre e insubmisso.
Música / 4,00€ / 45M
Out qui 28 22H00
Café Concerto

terça-feira, 24 de agosto de 2010

POESIA ENROLADA - 2005 - galeria SUB-VERSO Arte Contemporânea


"POESIA ENROLADA" - ao mexer no baú das memórias, propomos uma olhadela para a performance que teve lugar em Abril/Maio(?) de 2005 - não me lembro bem da data exacta, mas isso pouco importa - na Galeria de Arte "SUB-VERSO", em Espinho. Recordo a noite fria e chuvosa, o número inesperado de pessoas que assistiram ao espectáculo,  a exposição do Emílio Remelhe, e do cigarro que fumei à porta da galeria, que me encharcou a alma.

Os textos que davam corpo a esta performance provinham de vários autores, aqui no vídeo surgem os textos de: - A. Pedro Ribeiro "Declaração de Amor ao Primeiro Ministro"; - Luís Miguel Nava, "Um Prego"; e - Sérgio Almeida, com "Confissões Intelectu Ais".